Anonim

Este post, no entanto, nasce da frustração dos efeitos que atingem uma pessoa após o referido dia. Estou falando, é claro, do horário de verão intensamente antiquado e torturante (DST).

O horário de verão é definido como o dia em que você bate na cara duas vezes por ano, deixa você louco por dias depois, transforma nossa população estudantil em zumbis grogue (se eles aparecerem no primeiro período) e causa todos os mostradores de relógio inocentes por milhas ao redor para se tornar suspeito. Então isso me fez pensar.

E se nós, como um orgulho coletivo de professores, adotamos o manto dos avanços do século 21 e ajudamos nosso país a ir além do lema de "porque sempre foi assim?" Como seria se um número incalculável de salas de aula participasse no próximo ano em uma unidade de aprendizado nacional baseada em projetos que visa mudar esse ritual bizarro de inibição de Chronos?

Projetando a Unidade

Aqui está o plano. No outono de 2015, peça aos alunos que pesquisem a história do horário de verão. Aqui estão alguns recursos para começar:

  • História do Horário de Verão
  • 8 coisas que você pode não saber sobre horário de verão
  • Economizando tempo, economizando energia

No verdadeiro espírito de uma unidade de PBL, este seria o momento de ensinar algumas lições sobre alfabetização e pesquisa na Internet, como:

  • Como usar a Pesquisa avançada do Google
  • A alfabetização da leitura de um site
  • Como criar uma página de trabalhos citados

Talvez encontre outras escolas que estejam participando desse movimento nacional e o Skype em algum especialista no assunto para um tipo de perguntas e respostas na prefeitura virtual. (Na verdade, não posso ser apenas eu reclamando disso!) Esse especialista pode ser sábio nos modos do tempo, nos padrões climáticos, na história, na privação do sono ou na redação de legislação.

Este seria o momento de ensinar algumas lições como:

  • Como usar a consulta para desenvolver perguntas da entrevista
  • Normas da sala de aula ao conversar com um orador convidado
  • Anotações colaborativas on-line

A partir daí, vamos fazer com que os alunos desenvolvam uma peça escrita para, eu não sei, alguém. Algumas perguntas para guiar esta peça escrita podem ser:

  • Quem está encarregado dessa decisão?
  • Em que departamento se enquadra o horário de verão?
  • Esta é uma decisão estadual ou nacional?
  • Quem se beneficia dessa decisão? (Siga o dinheiro!)

Ideias de Avaliação

Algumas peças escritas culminantes para um público autêntico (outro item básico do PBL) podem ser:

1. Carta comercial argumentativa: O que você acha? Essas cartas vão para o governador do seu estado? Eles vão para o presidente? Quem sabe?

2. Resumo executivo: pode ser dividido em subtítulos como Histórico (histórico de), Evidência (efeitos de) e Recomendações (o que está sendo proposto).

3. Discurso de defesa original: peça aos alunos que desenvolvam discursos de OA, criem vídeos deles e os compartilhem on-line. Um discurso de OA é tipicamente um discurso persuasivo que termina em uma ação legislativa. Essa ação deve usar o idioma "legalese" e deve basear-se em lei. Peça aos alunos que pesquisem leis atuais que possam parecer semelhantes às que estão propondo.

Escolas trabalhando juntas